Citações.

Publicado: 05/02/2013 em Sem categoria

“Não é a terra que é frágil. Nós é que somos frágeis. A natureza tem resistido a catástrofes muito piores do que as que produzimos. Nada do que fazemos destruirá a natureza. Mas podemos facilmente nos destruir.” – James Lovelok


“A indiferença com o meio ambiente é a conivência com nossa destruição.” – Hans Alois

“A escolha é nossa: formar uma aliança global para cuidar da Terra e uns dos outros, ou arriscar a nossa destruição e a da diversidade da vida.” – Carta da Terra

Citação  —  Publicado: 05/02/2013 em Sem categoria

Lixo Doméstico

Publicado: 03/09/2012 em Sem categoria

Jogando o lixo fora

A coleta de lixo doméstico é vital à saúde da comunidade.
A coleta de lixo doméstico é vital à saúde da comunidade.
Os coletores recolhem-no e jogam-no num caminhão como esse.

Observe o que você joga fora todos os dias. Latas de bebidas, saquinhos de adoçante, restos de comida, papéis e garrafas são apenas alguns dos itens que podemos encontrar numa lata de lixo comum. Você pode achar que tudo isso é refugo, mas eles são aproveitáveis – papel, vidro, plástico, metal.

Grande parte do conteúdo de uma lata de lixo é formada por embalagens. O papelão, o papel e os recipientes plásticos que envolvem um produto são desenhados para torná-lo mais atraente ao comprador, mas não passam de pacotes descartáveis. Papel e cartão constituem dois terços do lixo das residências.

Mas a embalagem não é apenas decorativa. Algumas são necessárias para conservar o alimento limpo e livre de contaminação. Além disso, muitas estão sendo feitas com produtos reciclados. Por exemplo, o papelão é feito com papel reciclado.

 

Tempo de decomposição dos resíduos

Tempo de decomposição dos resíduos

Temos que ter atenção nos locais em que deixamos o lixo, devemos procurar coletas seletivas sempre, pois geralmente o serviço público não é associado a grupos que “cuidam do lixo”, infelizmente. As atitudes começam com a nossa preocupação, e se cada um fizer sua parte já é de grande importância, pois uma das questões mais discutidas hoje em dia é: onde iremos colocar nosso lixo? Pode ser mais fácil deixar o serviço público que na maioria das vezes mistura o lixo e deposita em lixões, mas nós preservamos o meio ambiente “cuidando do lixo de forma correta”, e assim garantimos a sobrevivência de nossas futuras gerações.

FAÇA SUA PARTE

Poluição dos Rios

Publicado: 29/08/2012 em Sem categoria

Os rios são fonte de vida. Desde a Antigüidade, suas águas são essenciais para que as pessoas possam viver, bebendo, banhando-se, navegando, além de outras utilidades. Mais recentemente, até mesmo energia elétrica é produzida pela força das quedas d’água dos rios, iluminando as cidades.

Um rio sem poluição é aquele em que os peixes e as plantas crescem naturalmente, tem águas limpas e cristalinas. Sua água serve para regar plantações, tomar banhos e também para beber. Para um rio ser assim, é preciso que não se jogue lixo, nem esgoto diretamente nele.

 

Rios Poluídos

A poluição da água é a introdução de materiais químicos, físicos e biológicos que estragam a qualidade da água e afeta o organismo dos seres vivos. Esse processo vai desde simples saquinhos de papel até os mais perigosos poluentes tóxicos, como os pesticidas, metais pesados (mercúrio, cromo, chumbo) e detergentes .

A poluição mais comum é aquela causada pelo lixo que o homem joga nos rios. O crescimento das cidades e de sua população aumentaram os problemas, porque o tratamento de esgotos e de fossas não conseguiu acompanhar o ritmo de crescimento urbano.

Produtos químicos e sujeira dos esgotos são jogados diretamente nos rios ou afetam os lençóis d’água que formam as nascentes. O excesso de sujeira funciona como um escudo para a luz do sol, afetando o leito dos rios e seu ciclo biológico. Ou seja, as plantas e animais que nele vivem passam a sofrer problemas.

 

A Poluição dos Rios, A Vida das Pessoas e da Natureza

Por exemplo: o nitrogênio e o fósforo são elementos essenciais para a vida aquática, mas o excesso desses elementos, provocado pela poluição, podem causam um crescimento acelerado na vegetação aquática. Com isso, sobra menos oxigênio, podendo até mesmo matar os peixes daquele rio ou lagoa.

Talvez mais perigosa do que o lixo dos esgotos é a poluição química das indústrias, que jogam toneladas e mais toneladas de produtos químicos diretamente nos rios, sem qualquer processo de filtragem.

A exploração de ouro nos rios da Amazônia, por exemplo, usa o mercúrio para separar o ouro de outros materiais. Esse mercúrio, depois de usado, é jogado diretamente nos rios, matando grande quantidade de peixes e plantas. Com isso, nem os seres vivos dos rios podem sobreviver, nem o homem pode usar a água para beber, tomar banho ou regar plantações.

 

Como Contribuir Para Evitar A Poluição dos Rios 

  1. Não jogue lixo nas águas dos rios.
  2. Não canalize esgoto diretamente para os rios.
  3. Não desperdice água, em casa ou em qualquer outro lugar.
  4. Observe se alguma indústria está poluindo algum rio e avise as autoridades sobre a ocorrência.

 

Fonte:http://gold.br.inter.net

Chuva Ácida

Publicado: 29/08/2012 em Sem categoria

A verdade é que a chuva já é naturalmente ácida devido à presença de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Com um pH em torno de 5,4, a chuva comum não traz nenhum prejuízo ao homem ou à natureza. Isso porque, a acidez é baixa. (A escala utilizada para medir o pH vai de 0 a 14, sendo que 7 é o pH neutro. Acima disso, é básico e abaixo é ácido. Quanto mais baixo, mais ácido.) O problema, é que com a queima de combustíveis fósseis, como o petróleo, e o aumento considerável do acúmulo de dióxido de carbono na atmosfera (além do normal) fazem com que o pH da chuva caia para algo entre 5 e 2,2 e se torne extremamente nociva ao homem e à natureza.

Robert Angus Smith (climatologista inglês) foi quem usou pela primeira vez o termo “chuva ácida”, em 1872, ao presenciar o fenômeno em Manchester (Inglaterra) no início da revolução industrial. Foi ele, também, o primeiro a relacionar o fenômeno com a poluição atmosférica.

Formação da Chuva Ácida

Formação da Chuva Ácida

A chuva ácida ocorre quando existe na atmosfera um número muito grande de enxofre (SO2) e óxidos de nitrogênio (NO, NO2, N2O5) que, quando em contato com o hidrogênio em forma de vapor, formam ácidos como o ácido nítrico (HNO3), ou o ácido sulfúrico (H2SO4).

Estima-se, embora não haja dados concretos, que o fenômeno da chuva ácida tenha surgido com a Revolução Industrial e a crescente queima de combustíveis fósseis.

As grandes cidades como Nova York (EUA), Berlim (Alemanha) e até a Atenas (Grécia) já sofrem com os efeitos da chuva ácida há muito tempo, mas, há apenas 10 anos que este tema começou a ser investigado mais a fundo pelos ecologistas e cientistas do clima.

Os efeitos mais nocivos da chuva ácida ocorrem no meio ambiente. Um lago, por exemplo, que possui um pH em torno de 6,5 não sobrevive a um pH abaixo de 4 ou 4,5, podendo ocorrer a morte de todos os seres que vivem ali.

A chuva ácida também causa a acidificação do solo tornando-o improdutivo e mais suscetível à erosão. A acidez do solo, inclusive, é um dos principais fatores para a diminuição da cobertura vegetal em diversos países. Estudos recentes publicados pelo WWF apontam que a chuva ácida já um dos principais responsáveis pelo desmatamento na Mata Atlântica.

Para o homem o acúmulo de dióxido de enxofre no organismo pode levar à formação de ácidos no corpo humano causando até danos irreversíveis aos pulmões. Na Inglaterra, em 1952, na cidade de Londres, cerca de 4000 pessoas morreram por causa da emissão de dióxido de enxofre pela queima de carvão nas indústrias e nas casas. O pior de tudo é que nem sempre a chuva ácida cai sobre a local onde foi feita a emissão de dióxido de enxofre e óxidos de nitrogênio. Como essas substâncias estão em forma de gás, elas podem ser transportadas pelo vento por quilômetros de distância antes de cair na forma de chuva.

 

 

 

Fonte:http://www.infoescola.com

Amazônia

Publicado: 28/08/2012 em Sem categoria

Um grande problema que o nosso país enfrenta é a questão da amazônia legal – a floresta que por séculos permaneceu intocável, em pouco espaço de tempo passou a ficar ameaçada pela agressão irresponsável.

Pessoas e corporações gananciosas, sem nenhum planejamento ou estudo de impacto ambiental, partiram para cima da floresta derrubando-a e abrindo espaço para a plantação, criação de gado e exploração de minérios. Descobriu-se depois de algumas tentativas frustradas que a Amazônia não serve para agricultura, só que o preço pago com a derrubada da mata nativa foi alto demais. A exploração mineral desordenada também deixa muita destruição e cicatrizes irreversíveis na floresta, além de poluir os rios com o mercúrio usado na separação do ouro. Os garimpeiros que atuam em balsas provocam outro dano ambiental grave ao revolver o cascalho do leito dos rios, isso pode mudar completamente o habitat dos peixes influenciando na sua reprodução.

As queimadas para limpeza de extensas áreas, costume herdado dos índios e ainda muito utilizado por fazendeiros locais, também ameaça a floresta. Essa prática é agressiva, destrói o solo e produz o monóxido de carbono que contribui para o efeito estufa. O Brasil apesar de possuir uma matriz energética considerada limpa, é hoje um dos principais países emissores de gases que provocam o efeito estufa e isso em grande parte é causado pelas queimadas.

Não podemos ignorar a riqueza da floresta a ponto de não explorá-la – lógico que a exploração dessa imensa riqueza deve ser feita de maneira sustentável e sem agressão, aliás, o morador da região deve ser o primeiro beneficiado com a riqueza que a floresta possui, e isso provou ser perfeitamente possível através da exploração sustentável. Todos nós sabemos que uma árvore pode viver muitos anos e um dia ficará velha e morrerá, então por que não explorar esse recurso com planejamento e sem agressão.

Ainda é possível salvar o que resta e às vezes é preciso errar para poder acertar, porém insistir no erro e continuar derrubando a floresta e poluindo os rios só tende a piorar as coisas

 

 

fonte:http://liveseg.com/meio_ambiente_sustentavel.html


Recicladinho

Imagem  —  Publicado: 28/08/2012 em Sem categoria

BIODIVERSIDADE DA AMAZÔNIA

Publicado: 28/08/2012 em Sem categoria

Em nenhum lugar do mundo existem mais espécies de animais e de plantas do que na Amazônia, tanto em termos de espécies habitando a região como um todo (diversidade gama), como coexistindo em um mesmo ponto (diversidade alfa). Entretanto, apesar da Amazônia ser a região de maior biodiversidade do planeta, apenas uma fração dessa biodiversidade é conhecida. Portanto, além da necessidade de mais inventários biológicos, um considerável esforço de amostragem também é necessário para se identificar os padrões e os processos ecológicos e biogeográficos.

A riqueza da flora compreende aproximadamente 30.000 espécies, cerca de 10% das plantas de todo o planeta. São cerca de 5.000 espécies de árvores (maiores que 15cm de diâmetro), enquanto na América do Norte existem cerca de 650 espécies de árvores. A diversidade de árvores varia entre 40 e 300 espécies diferentes por hectare, enquanto na América do Norte varia entre 4 a 25

Os artrópodos (insetos, aranhas, escorpiões, lacraias e centopéias, etc.) constituem a maior parte das espécies de animais existentes no planeta. Na Amazônia, estes animais diversificaram-se de forma explosiva, sendo a copa de árvores das florestas tropicais o centro da sua maior diversificação. Apesar de dominar a Floresta Amazônica em termos de número de espécies, número de indivíduos e biomassa animal, e da sua importância para o bom funcionamento dos ecossistemas, estima-se que mais de 70% das espécies amazônicas ainda não possuem nomes científicos e, considerando o ritmo atual de trabalhos de levantamento e taxonomia, tal situação permanecerá por muito tempo. Atualmente são conhecidas 7.500 espécies de borboletas no mundo, sendo 1.800 na Amazônia. Para as formigas, que contribuem com quase um terço da biomassa animal das copas de árvores na Floresta Amazônica, a estimativa é de mais de 3.000 espécies. Com relação às abelhas, há no mundo mais de 30.000 espécies descritas sendo de 2.500 a 3.000 na Amazônia.

O número de espécies de peixes na América do Sul ainda é desconhecido, sendo sua maior diversidade centralizada na Amazônia. Estima-se que o número de espécies de peixes para toda a bacia seja maior que 1300, quantidade superior a que é encontrada nas demais bacias do mundo. O estado atual de conhecimento da ictiofauna da América do Sul se equipara ao dos Estados Unidos e Canadá de um século atrás e pelo menos 40% das espécies ainda não foram descritas, o que elevaria o número de espécies de peixes para além de 1.800. Apenas no rio Negro já foram registradas 450 espécies. Em toda a Europa, as espécies de água doce não passam de 200.

Um total de 163 registros de espécies de anfíbios foi encontrado para a Amazônia brasileira. Esta cifra eqüivale a aproximadamente 4% das 4.000 espécies que se pressupõe existir no mundo e 27% das 600 estimadas para o Brasil. A riqueza de espécies de anfíbios é altamente subestimada. A grande maioria dos estudos concentra-se em regiões ao longo das margens dos principais afluentes do rio Amazonas ou em localidades mais bem servidas pela malha rodoviária. Foram encontradas 29 localidades inventariadas para anfíbios na Amazônia brasileira. Deste total, apenas 13 apresentaram mais de 2 meses de duração. Isso significa que a Amazônia é um grande vazio em termos do conhecimento sobre os anfíbios e muito ainda há que ser feito.

O número total de espécies de répteis no mundo é estimado em 6.000, sendo próximo de 240 espécies o número de espécies identificadas para a Amazônia brasileira, muitas das quais restritas à Amazônia ou a parte dela. Mais da metade dessas espécies são de cobras, e o segundo maior grupo é o dos lagartos. Embora já se tenha uma visão geral das espécies que compõem a fauna de répteis da Amazônia, certamente ainda existem espécies não descritas pela ciência. Além disso, o nível de informação em termos da distribuição das espécies, informações sobre o ambiente onde vivem, aspectos de reprodução e outros ligados à biologia do animal, assim como sobre a relação filogenética (de parentesco) entre as espécies é ainda baixo.

As aves constituem um dos grupos mais bem estudados entre os vertebrados, com número de espécies estimado em 9.700 no mundo. Na Amazônia, há mais de 1000 espécies, das quais 283 possuem distribuição restrita ou são muito raras. A Amazônia é a terra dos grandes Cracidae (mutuns), Tinamidae (inhambus), Psittacidae (araras, papagaios, periquitos), Ramphastidae (tucanos e araçaris) e muitos Passeriformes como por exemplo, os Formicariidae, Pipridae e Cotingidae.

O número total de mamíferos existentes no mundo é estimado em 4.650. Na Amazônia, são registradas atualmente 311 espécies. Os quirópteros e os roedores são os grupos com maior número de espécies. Mesmo sendo o grupo de mamíferos mais bem conhecido da Amazônia, nos últimos anos várias espécies de primatas tem sido descobertas, inclusive o sagüi-anão-da-coroa-preta, e o sauim-de-cara-branca, Callithrix saterei.

Ameaças à Biodiversidade da Amazônia

Em nenhum lugar do mundo são derrubadas tantas árvores quanto na Amazônia. Um levantamento da organização não governamental WWF, com base em dados da ONU, mostra que a média de desmatamento na Amazônia brasileira é a maior do mundo, sendo 30% mais intensa que na Indonésia, a segunda colocada no ranking da devastação ambiental.

Na Amazônia a eliminação de florestas cresceu exponencialmente durante as décadas de 70 e 80 e continua em taxas alarmantes. A mudança no uso do solo tem mostrado afetar a hidrologia regional, o ciclo global do carbono, as taxas de evapotranspiração, a perda de biodiversidade, a probabilidade de fogo e uma possível redução regional na quantidade de chuvas.

As ameaças de degradação avançam em ritmo acelerado. Os dados oficiais, elaborados pelo INPE, sobre o desmatamento na região mostram que ele é extremamente alto e esta crescendo. Já foram eliminados cerca de 570 mil quilômetros de florestas na região uma área equivalente à superfície da França, e a média anual dos últimos sete anos é da ordem de 17,6 mil quilômetros quadrados. Entretanto, a situação pode ser ainda mais grave. Os levantamentos oficiais identificam apenas áreas onde a floresta foi completamente retirada, por meio de práticas conhecidas por corte raso. As degradações provocadas por atividades madeireiras e queimadas não são contabilizadas.

O grande desafio atual é buscar o máximo de conhecimento sobre os ecossistemas característicos da Amazônia e apresentar sugestões de como esse conhecimento pode ser utilizado para o desenvolvimento sustentável.

 

 

Fonte:http://marte.museu-goeldi.br

Fenômenos da Natureza

Publicado: 08/08/2012 em Sem categoria

 

 

 
O bramido do mar que fazia chuá, chuá…

Trazendo alegria com toda força,

Hoje só vive a chorar, e com lágrimas a derramar…

Invadindo cidades para se desabafar,

Do grande mal que lhe fizeram, sem dele cuidar.

O bramido do mar, quer fazer chuá, chuá…

Sem querer, está levando ao homem o seu terror,

Devolvendo o que ele causou.

O gelo antártico, não quer mais se segurar,

Está cansado de só gelar,

Se esforça pra não desabar,

Para o bramido do mar não aumentar,

Chorando suas lágrimas a derramar…

Chuá, chuá…

O vulcão não é teimoso.

Teimoso é o homem, que pensando ser sabido,

Extraí da terra sem ser inibido,

Algo que o tempo não poderá concertar,

Buscando tecnologia, não raciocina no que pode pesquisar.

Rochas extraídas, lacunas deixadas, espaço que não poderá ser preenchido.

Erupção fatal! Não tem jeito, vai abalar!

O vulcão vai vomitar…

Colocando pra fora o seu protesto da degradação causada pelo ser humano.

Que pena! O homem não quer enxergar que pra mexer na natureza,

Tem que ter sabedoria, pra não causar desarmonia!

Tem que ter a certeza, por que se não souber tratá-la,

A COBRANÇA CHEGARÁ!

Mexer na natureza, não é algo tão singelo,

É preciso ter certeza, gentileza para com ela tratar.

Quem poderá transformar sustentável, o inevitável?

Irreversível é a dor, de ver o que foi feito com tanto amor, sendo destruído…

E só depois vem o temor…

Egoístas! Só pensaram nas suas riquezas,

Sem querer imaginar na grande pobreza que vai ficar como herança,

De uma natureza que logo será extinção…

Terrores e bramidos, jamais serão esquecidos!

A natureza se revolta em protesto, pelo que roubaram dela.

Nós somos carbono, somos pó, aonde vamos parar,

Se a natureza continuar a chorar?

De onde vem a sabedoria que o homem pensa não ter fim?

Estragam o que Deus nos deu, e como crianças mimadas, vai buscar outro planeta como alternativa de um temor que estar por vir.

Se Deus nos deu o planeta terra, é nele que devemos ficar!

Então, pra que futucar o que não se conhece?

Toda vez que o homem pensa que sabe mais,

Nas tentativas e buscas,

Acaba nos trazendo de forma irracional, um problema maior e sem controle.

A natureza vai continuar a chorar…

O bramido do mar vai aumentar…

O vulcão vai continuar a vomitar…

As nascentes, vão desaparecer…

E o homem de medo, vai se tremer!

Por algo que ele mesmo não deixa viver.

O desmatamento, vai trazer mais sofrimento,

Com o aumento de gás carbono, sem cabimento…

Efeito estufa! Aquecimento de um globo prestes a ser desativado,

Pelos seus próprios habitantes.

SOCORRO!!!

Eu quero viver e deixar a herança para a minha geração!

Um planeta que não desiste de chamar à sua atenção.

Através dos sintomas das doenças, que estão deixando nele.

O planeta está em depressão e quer apenas união de todos,

Antes que não tenha mais jeito

Cuidado com o meio ambiente

Publicado: 23/07/2012 em Sem categoria

Reflita melhor porque provavelmente você se enganou achando que compreendeu o significado desse título. Não se trata de “pegadinha”, ou de desvendar charada. Trata-se de entender o seu significado literal e real. Agora que você acha que o compreendeu, ainda é provável que continue enganado. Pois, esse título não encerra um, mas dois significados, que retratam os cuidados que o meio ambiente inspira na atual conjuntura, em função de ameaças alarmantes, conquanto obscuras.

O primeiro dos cuidados com o meio ambiente é óbvio, referente à necessidade de sua preservação. Nesse mister, a despeito dos diversos desafios a serem vencidos nessa seara, não restam dúvidas que já se pode comemorar que a temática do meio ambiente tornou-se palavra de ordem da atualidade. Essa é conquista meritória dos anônimos e incansáveis defensores do meio ambiente que, em todos os cantos do planeta, há décadas, dedicam-se à luta pela conscientização mundial de que preservar o meio ambiente é preservar a vida. Nesse sentido, o “cuidado com o meio ambiente” significa que devemos cuidar especialmente dele, assim como devemos cuidar de tudo que nos é importante, precioso e sensível.

Contudo, o segundo significado refere-se ao cuidado a se tomar, particularmente no Brasil, contra a ameaça que a luta em favor do meio ambiente representa.

É exatamente isso. 

O paradoxo real é que a luta mundial em favor do meio ambiente é ao mesmo tempo salvadora e uma perigosa ameaça.

Evidentemente que não se cometerá aqui o “pecado mortal da inteligência” da ingenuidade de querer convencer a “unanimidade burra” a aceitar as verdades que não quer ver. Na realidade, essa mensagem é dedicada apenas às mentes e espíritos libertos e corajosos, pois a ameaça que a luta pelo meio ambiente representa é uma verdade obscura e, portanto, difícil de detectar.

Quer descobri-la?

Então, investigue.

Se o fizer com coragem, acurácia e inteligência desvelar-se-á aos seus olhos o mundo de mentiras sobre os riscos ao meio ambiente, que a humanidade acredita e que já é ensinado nas escolas do mundo todo.

Quais mentiras?
Quase todas, porque algumas verdades precisam estar presentes para dar credibilidade a toda perfídia ambientalista.

 

Mas, não acabou!
Agora, vem o pior!
Que é responder: Por que? e Quem?
Por que isso está sendo feito? Quais são seus objetivos? Quem está patrocinando tudo isso?

Mas, descobrir essas respostas é tarefa sua. Ou, vá dormir feliz com a “unanimidade burra” para quem essa é apenas mais uma falsa teoria da conspiração.

Como “o pior cego é aquele que não quer ver”, vale fazer duas advertências:

  1. O Brasil e os brasileiros deveriam se preocupar. Pois, não foi por acaso, só para citar um fato aparentemente inofensivo, que o espetacular e premiado filme “Avatar”, que você e seus filhos adoraram, conquistou corações e mentes do mundo inteiro, profetizando uma guerra ecológica, em favor do meio ambiente, sem fronteiras, para salvar a humanidade. Adivinha onde? (Na Amazônia brasileira, é claro!)
  2. Como você percebeu, não é mera coincidência as semelhanças do “Avatar” com “Inteligência Operacional”.


Depois, não diga que não foi avisado.

Boa sorte!

 

Artigo de André Soares